Monday, December 3, 2007
Novo desafio
A Rita propôs um novo desafio.
E quais as 5 características físicas e quais as 5 psicológicas que procuram no outro?
Parecia-me bastante simples responder a esta pergunta, mas não é assim tão fácil.
O que acontece é que tenho um padrão de atracção.
Em termos físicos o padrão é: pele morena, olhos verdes, cabelos escuros e ligeiramente ondulados, mãos perfeitas e sorriso generoso.
Em termos psicológicos é sempre alguém que gosta de se divertir com os amigos, um pouco tímido com quem não conhece, aberto a novas culturas e formas de pensar, mas muito ligado à mãe e ao lar (esta é uma análise mesmo à psicóloga!) e muito independente.
Mas será que é isso que eu procuro no outro? Ou é obra do acaso?
Gosto de pensar que é coincidência, também me consigo visualizar ao pé de um homem alto, louro e dinamarquês. lol
E quais as 5 características físicas e quais as 5 psicológicas que procuram no outro?
Parecia-me bastante simples responder a esta pergunta, mas não é assim tão fácil.
O que acontece é que tenho um padrão de atracção.
Em termos físicos o padrão é: pele morena, olhos verdes, cabelos escuros e ligeiramente ondulados, mãos perfeitas e sorriso generoso.
Em termos psicológicos é sempre alguém que gosta de se divertir com os amigos, um pouco tímido com quem não conhece, aberto a novas culturas e formas de pensar, mas muito ligado à mãe e ao lar (esta é uma análise mesmo à psicóloga!) e muito independente.
Mas será que é isso que eu procuro no outro? Ou é obra do acaso?
Gosto de pensar que é coincidência, também me consigo visualizar ao pé de um homem alto, louro e dinamarquês. lol
Monday, November 26, 2007
Se eu não gostar de mim quem gostará?
Lembram-se daquele anúncio do leite Matinal que dizia “Se eu não gostar de mim quem gostará?”?
Narcisismo à parte, eu gosto muito de mim, mas quando penso no que gosto em mim geralmente descrevo características mais espirituais do que propriamente físicas.
Este fim-de-semana, a Cat propôs-me sair deste conceito e pensar em 10 características físicas que gosto em mim.
Devo-vos dizer que não foi nada fácil… mas aos poucos e poucos fui conseguindo, com a lógica de identificar a primeira e depois juntar outra e mais outras e mais outra e mais outra ainda… até ao final!
Assim, percebi que gosto dos meu olhos (grandes), do meu cabelo (escuro), dos meus dedos (longos e tortos), das minhas unhas (longas), da parte interior dos meus braços (suave), dos meus dentes (certinhos), do meu nariz (batatinha), dos meus ombros (largos), das minhas orelhas (redondinhas) e dos braços (longos)!
Acham estranho? São as coisas que gosto em mim… talvez a sua conjugação não seja a mais perfeita, mas fico feliz por ser assim!
Para mim foi um desafio engraçado ir em busca destes pormenores. Ganhei consciência da minha parte física que coexiste com a minha parte espiritual!
E tu? Quais as tuas 10 características físicas de que mais gostas em ti?
KISS
Narcisismo à parte, eu gosto muito de mim, mas quando penso no que gosto em mim geralmente descrevo características mais espirituais do que propriamente físicas.
Este fim-de-semana, a Cat propôs-me sair deste conceito e pensar em 10 características físicas que gosto em mim.
Devo-vos dizer que não foi nada fácil… mas aos poucos e poucos fui conseguindo, com a lógica de identificar a primeira e depois juntar outra e mais outras e mais outra e mais outra ainda… até ao final!
Assim, percebi que gosto dos meu olhos (grandes), do meu cabelo (escuro), dos meus dedos (longos e tortos), das minhas unhas (longas), da parte interior dos meus braços (suave), dos meus dentes (certinhos), do meu nariz (batatinha), dos meus ombros (largos), das minhas orelhas (redondinhas) e dos braços (longos)!
Acham estranho? São as coisas que gosto em mim… talvez a sua conjugação não seja a mais perfeita, mas fico feliz por ser assim!
Para mim foi um desafio engraçado ir em busca destes pormenores. Ganhei consciência da minha parte física que coexiste com a minha parte espiritual!
E tu? Quais as tuas 10 características físicas de que mais gostas em ti?
KISS
Encontros e desencontros
Combinar encontros a dois com TS Elliot é sempre complicado.
Daí o desafio: como tornar um encontro a 100, num encontro a dois?
Primeiro, aqui ficam 10 coisas que gostaria de fazer com Elliot. Só com Elliot.
- Ir ao Cinema / Teatro / Concerto
- Dançar
- Acampar
- Jantar romântico
- Viagem / Férias
- Saída à noite
- Observar as estrelas
- Uma tarde de boa conversa
- Jogar ténis ou outro tipo de desporto, tipo squash
- Mergulhar / Velejar
Segundo, sabendo que TS Elliot vai transformar esses programas em convívio com outras pessoas, como voltar à ideia do encontro a dois?
Só há uma solução.
Dizer-lhe que o que quero é mesmo um encontro a dois.
Daí o desafio: como tornar um encontro a 100, num encontro a dois?
Primeiro, aqui ficam 10 coisas que gostaria de fazer com Elliot. Só com Elliot.
- Ir ao Cinema / Teatro / Concerto
- Dançar
- Acampar
- Jantar romântico
- Viagem / Férias
- Saída à noite
- Observar as estrelas
- Uma tarde de boa conversa
- Jogar ténis ou outro tipo de desporto, tipo squash
- Mergulhar / Velejar
Segundo, sabendo que TS Elliot vai transformar esses programas em convívio com outras pessoas, como voltar à ideia do encontro a dois?
Só há uma solução.
Dizer-lhe que o que quero é mesmo um encontro a dois.
Monday, November 19, 2007
Feel the rain
Sunday, November 18, 2007
Questões...
As rejeições sofridas ao longo da vida são necessárias ou não?
Será que o sofrimento desnecessário existe?
Temos necessidade examinar os nossos próprios sofrimentos e os das outras pessoas.
Todos nós fazemos este tipo de análise, uma vez que a vida nos leva a confrontar estes problemas mais do que uma vez.
Perceber o porquê das mágoas antigas é difícil tanto em relação aos questionamentos dinâmicos, actuais, quanto às reflexões sérias que fazemos.
É algo natural e necessário.
Devemos colocar-nos estas questões para evitar ferir outras pessoas e para vencer as nossas próprias inseguranças.
Será que o sofrimento desnecessário existe?
Temos necessidade examinar os nossos próprios sofrimentos e os das outras pessoas.
Todos nós fazemos este tipo de análise, uma vez que a vida nos leva a confrontar estes problemas mais do que uma vez.
Perceber o porquê das mágoas antigas é difícil tanto em relação aos questionamentos dinâmicos, actuais, quanto às reflexões sérias que fazemos.
É algo natural e necessário.
Devemos colocar-nos estas questões para evitar ferir outras pessoas e para vencer as nossas próprias inseguranças.
Wednesday, October 24, 2007
Merlin
Por vezes andamos tão distraídos que não vemos o que está à nossa frente.
Mas isso não é necessariamente mau.
Senão vejamos.
Encontrei esquecido numa prateleira um livro que li em tempos.
Na altura achei-lhe alguma piada, mas para dizer a verdade só o li porque era supostamente sobre as lições que Merlin ensinou ao Rei Artur, antes de ele se tornar Rei, antes de ele ser o Artur.
Quem me conhece sabe que adoro esta lenda.
(Cheguei inclusivé a ir até Glastonbury e subir ao Thor, só para sentir o chão sagrado. Bom, tive algumas aventuras aí, mas isso fica para outro post.)
O que dizia é que não é necessariamente mau de repente vermos aquilo que está à nossa frente, porque foi exactamente isso que aconteceu hoje quando pus os olhos no dito livro e o (re)encontrei.
O Livro intitulado "O Caminho do Mago - as Lições de Merlin ao Rei Arthur" é do Deepak Chopra e pretende ser um guia na transformação do simples mortal em mago, ou seja, transmutar coisas como o medo, a ignorância, o ódio e a vergonha nas qualidades mais preciosas que existem: o amor e a realização. Que é como quem diz, como me posso transformar em alquimista em apenas 20 lições?
Parece um pouco sarcástico e confesso que foi com esse sentimento que lhe peguei novamente. Mas ao (re)ler encontrei uma simples história que me despertou a curiosidade.
Uma vez, um discípulo foi ter com um grande mestre e disse:
- Porque me sinto tão fechado dentro de mim, como se quisesse gritar?
O mestre olhou para ele e respondeu:
- Porque todos nos sentimos assim.
E de facto é isso que acontece diariamente. Estamos tão envoltos nas nossas rotinas que não paramos para olhar de frente o que o mundo nos apresenta. E é por isso que temos surpresas! Porque não estamos atentos aos sinais. A surpresa pode ser o lado bom da questão, é uma forma que o Universo arranjou de chamar a nossa atenção.
Conheço um homem que andava sempre a mil à hora, a fazer isto e aquilo, a ajudar este e aquele. Um dia caiu da escada e fracturou a tíbia. Ou seja, o Universo obrigou-o a parar (ainda que ele se debatesse diariamente com o seu cérebro, ainda a mil à hora). Foi obrigado a reconhecer que tinha de parar. E parou! Reflectiu, pensou. E pôde voltar ao mundo, renovado e com as ideias no lugar.
É disso que precisamos... de pôr ideias no lugar. (Ou em algum lugar. As minhas ponho-as aqui!)
Mas isso não é necessariamente mau.
Senão vejamos.
Encontrei esquecido numa prateleira um livro que li em tempos.
Na altura achei-lhe alguma piada, mas para dizer a verdade só o li porque era supostamente sobre as lições que Merlin ensinou ao Rei Artur, antes de ele se tornar Rei, antes de ele ser o Artur.
Quem me conhece sabe que adoro esta lenda.
(Cheguei inclusivé a ir até Glastonbury e subir ao Thor, só para sentir o chão sagrado. Bom, tive algumas aventuras aí, mas isso fica para outro post.)
O que dizia é que não é necessariamente mau de repente vermos aquilo que está à nossa frente, porque foi exactamente isso que aconteceu hoje quando pus os olhos no dito livro e o (re)encontrei.
O Livro intitulado "O Caminho do Mago - as Lições de Merlin ao Rei Arthur" é do Deepak Chopra e pretende ser um guia na transformação do simples mortal em mago, ou seja, transmutar coisas como o medo, a ignorância, o ódio e a vergonha nas qualidades mais preciosas que existem: o amor e a realização. Que é como quem diz, como me posso transformar em alquimista em apenas 20 lições?
Parece um pouco sarcástico e confesso que foi com esse sentimento que lhe peguei novamente. Mas ao (re)ler encontrei uma simples história que me despertou a curiosidade.
Uma vez, um discípulo foi ter com um grande mestre e disse:
- Porque me sinto tão fechado dentro de mim, como se quisesse gritar?
O mestre olhou para ele e respondeu:
- Porque todos nos sentimos assim.
E de facto é isso que acontece diariamente. Estamos tão envoltos nas nossas rotinas que não paramos para olhar de frente o que o mundo nos apresenta. E é por isso que temos surpresas! Porque não estamos atentos aos sinais. A surpresa pode ser o lado bom da questão, é uma forma que o Universo arranjou de chamar a nossa atenção.
Conheço um homem que andava sempre a mil à hora, a fazer isto e aquilo, a ajudar este e aquele. Um dia caiu da escada e fracturou a tíbia. Ou seja, o Universo obrigou-o a parar (ainda que ele se debatesse diariamente com o seu cérebro, ainda a mil à hora). Foi obrigado a reconhecer que tinha de parar. E parou! Reflectiu, pensou. E pôde voltar ao mundo, renovado e com as ideias no lugar.
É disso que precisamos... de pôr ideias no lugar. (Ou em algum lugar. As minhas ponho-as aqui!)
Tuesday, October 23, 2007
Credo
Tiramos do livro lições simples e verdadeiras:
«Bolinhos quentes e leite frio são bons para toda a gente»
«Gritar com coisas vivas pode matar o espírito delas. Paus e pedras podem quebrar os nossos ossos, mas as palavras podem partir os nossos corações...»
Segundo o autor, o livro foi escrito tentando honrar o Credo do Narrador de Histórias:
Creio que a imaginação é mais forte que o conhecimento
Que o mito é mais potente do que a história
Que os sonhos são mais poderosos que os factos
Que a esperança triunfa sempre sobre a experiência
Que o riso é a única cura para a mágoa
E acima de tudo creio que o Amor é mais forte do que a morte.
Cada um de nós segue o seu próprio Credo eu tento seguir este.
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